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A AMCLA Leva Cultura e História para o Coração de Cachoeira, na FLICA 2025

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A Festa Literária Internacional de Cachoeira (FLICA) , que acontece de 23 a 26 de outubro de 2025 , já é reconhecida como um polo fundamental na democratização do acesso ao livro e ao conhecimento. Reunindo grandes nomes da literatura baiana, nacional e internacional, a FLICA transforma a histórica cidade de Cachoeira, no Recôncavo Baiano, em um palco de diálogos culturais para públicos de todas as idades. Neste ano, a programação ganha um toque especial com a robusta participação da Academia Maçônica Cachoeirana de Letras e Artes (AMCLA) . A Academia se junta à festa com o objetivo de difundir o conhecimento produzido por seus membros, cujas obras abrangem diversas áreas, levando um conteúdo valioso e diversificado ao numeroso público que prestigia esta iniciativa cultural que tanto honra a Bahia e a heroica Cachoeira. Programação Exclusiva da AMCLA na FLICA 2025 A sede da Loja Maçônica Caridade e Segredo nº 3 , uma das mais antigas do Brasil, com 147 anos de fundação, será o ponto c...

AMCLA celebra a posse de novos acadêmicos.

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No último sábado, 19 de outubro de 2024, a Academia Maçônica Cachoeirana de Letras e Artes (AMCLA) celebrou a posse de novos acadêmicos, em uma cerimônia presidida pelo senhor Eliezer Francisco Santana. Um dos momentos mais marcantes da solenidade foi o discurso de posse do Dr. Paulo Guerreiro, que emocionou a todos os presentes. Em suas palavras, o novo acadêmico destacou a importância da AMCLA como guardiã da cultura e da tradição, homenageando seus antecessores e reafirmando o compromisso da instituição com a educação e o desenvolvimento da comunidade. FONTE YOUTUBE Guerreiro fez um apelo apaixonado pela valorização da leitura, da escrita e do conhecimento em uma era marcada pela crescente influência da tecnologia. "Em um mundo cada vez mais digital, é fundamental cultivarmos o hábito da leitura e da escrita, para que possamos pensar de forma crítica e desenvolver nosso potencial intelectual", afirmou o acadêmico. A posse do Dr. Paulo Guerreiro representa um novo capítulo ...

Na Rota dos Imortais: Uma Homenagem a Montezuma na Academia Maçônica Cachoeirana

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O escritor Moisés da Silva Oliveira tomou posse na Cadeira 14 da AMCLA durante a FLICA 2024. Em um momento marcante para a cultura baiana, o escritor Moisés da Silva Oliveira viu seu nome inscrito entre os imortais da Academia Maçônica Cachoeirana de Letras e Artes (AMCLA). Durante a Festa Literária Internacional de Cachoeira (FLICA), em 19 de outubro, ocorreu a emocionante cerimônia de posse na Cadeira 14, cujo patrono é o ilustre Francisco Gê Acaiaba de Montezuma, figura emblemática da história brasileira e da maçonaria. O Legado de Montezuma: Francisco Gê Acaiaba de Montezuma foi um homem à frente de seu tempo, defensor incansável da liberdade e da justiça. Jurista, político, jornalista e um dos pioneiros do abolicionismo no Brasil, Montezuma deixou um legado inspirador ao lutar contra o tráfico negreiro e ocupar importantes cargos públicos, como deputado, senador e ministro da Justiça. Na maçonaria, sua influência foi ainda maior, sendo o primeiro Soberano Grande Comendador do Supr...

AMCLA na FLICA: Celebrando a Cultura e a História na Bahia

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Academia Maçônica Cachoeirana de Letras e Artes marca presença na Festa Literária Internacional de Cachoeira com programação especial e posse de novo membro. A Festa Literária Internacional de Cachoeira (FLICA) é um dos eventos mais aguardados do calendário cultural baiano. E neste ano, a Academia Maçônica Cachoeirana de Letras e Artes (AMCLA) marca presença com uma programação especial, que celebra a cultura, a história e o conhecimento. A instituição, que reúne personalidades de destaque nas áreas de letras, artes e ciências, estará promovendo debates, palestras e atividades literárias durante os dias do evento. AMCLA e a FLICA: Uma Parceria de Sucesso A parceria entre a AMCLA e a FLICA é uma celebração da rica história e cultura da Bahia. Ambas as instituições têm como objetivo fomentar a leitura, o debate e a valorização do patrimônio cultural. Ao participar da FLICA, a AMCLA reafirma seu compromisso com a difusão do conhecimento e a promoção da literatura. Programação Especial da ...

Ipac participa de programação da Casa do Patrimônio, durante a 12ª edição da Flica

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A 12° Feira Literária Internacional de Cachoeira (Flica), além de sua extensa programação, celebrará também o Patrimônio Cultural do Recôncavo Baiano. Entre os destaques da programação está a Casa do Patrimônio, que será o centro de reflexões sobre a diversidade e riqueza cultural da Bahia. A programação realizada em parceria entre o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado (SecultBa), terá início às 18h30, desta quinta-feira (17), na Fundação Hansen Bahia. As atividades na Casa do Patrimônio acontecem até sábado (19) com oficinas, intervenções culturais, exposições fotográficas, rodas de conversa e debates abordando temas que vão desde as narrativas de resistência e saberes tradicionais até as práticas culturais afro-diaspóricas, que definem a identidade do Recôncavo. O espaço traz ainda discussões essenciais sobre Patrimônio, como uma mesa temáti...

Academias de Letras participam da FLICA 2023

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A Academia Maçônica de Artes e Letras da Bahia (AMALBA) e a Academia Cachoeirana de Letras e Artes (AMCLA) participaram no sábado (28/10), da 11ª FLICA, a Festa Literária Internacional de Cachoeira. Na programação litero-cultural, os membros "confrades" das duas instituições, fizeram a exposição de seus livros com sessão de autógrafos, participaram de debates e compartilharam suas experiências como autores. A programação foi encerrada com uma palestra sobre a história e atividades das academias. O evento foi realizado no salão nobre da ARLS Caridade e Segredo de Cachoeira, uma das Lojas Maçônicas mais antigas do Brasil, com 145 anos de fundação. Entrevista com o Presidente da AMALBA  Exposição de livros e sessão de autógrafos Os confrades das duas academias, que são também escritores, apresentaram seus livros para o público presente. O evento foi uma oportunidade para os leitores conhecerem as obras e conversarem com os autores. Candido Vacarezza Presidente da AMALBA José Alc...

FLICA anuncia programação e confirma presença do baiano Tiganá Santana e da nigeriana Oyèrónkẹ Oyěwùmí

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As Poéticas Afroindígenas no Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia foi o tema condutor do encontro com a curadoria da Festa Literária Internacional de Cachoeira (FLICA), que aconteceu na terça-feira (19), em Salvador. No evento também foi anunciada a programação da 11ª edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira, que acontece de 26 a 29 de outubro no recôncavo da Bahia. Em torno do tema, convidados como o baiano Tiganá Santana, a escritora indígena Auritha Tabajara, e a pesquisadora nigeriana Oyèrónkẹ Oyěwùmí participarão de mesas e apresentarão sua obra. A Festa Literária, que conta com patrocínio do Governo da Bahia, através da Secretaria da Cultura (Secult), por meio da Fundação Pedro Calmon (FPC), terá esse ano além dos espaços na cidade de Cachoeira, atividades em São Félix. Segundo Jomar Lima, coordenador-geral do evento, as atividades e mesas na cidade serão sediadas pelo Instituto Dannemann.   Foto: Fernando Vivas/GOVBA Foto: Fernando Vivas/GOVBA “Teremo...

Na Flica, escritores defendem ampliação da diversidade entre autores nas academias de Letras

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  O debate sobre raça esteve no centro das discussões na tarde desta sexta-feira (4), na Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica). A recém empossada autora da Academia de Letras de Ilhéus, Rita Santana, mediou a mesa “O lugar da autoria negra nas Academias de Letras”, no espaço Educar para Transformar, na Fundação Hansen Bahia, que sedia as ações do Governo do Estado. Durante o encontro entre Rita Santana, o antropólogo Ordep Serra e o ficcionista Wesley Correia, os escritores falaram sobre a necessidade de transformar as cadeiras das Academias de Letras em lugares que representem melhor as diversidades de autorias brasileiras. Eles destacam a ausência ou pouca presença de escritores indígenas e negros nas academias municipais, estaduais e na Academia Brasileira de Letras. Rita reafirma que “a academia não é uma ilha. A academia é mais um espaço de luta por igualdade de gênero, de paridade étnica, de luta pela liberdade, de luta pela democracia. Então quando um negro entr...