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Coordenador do Samu dá dicas para folião cuidar da alimentação durante Carnaval



O Carnaval começou e, neste período, disposição e animação são essenciais para aproveitar os seis dias de festa. No entanto, o folião também deve redobrar os cuidados com a alimentação. Embora sejam mais práticos, alguns alimentos, principalmente as frituras, podem oferecer uma série de riscos à saúde.

Para evitar possíveis problemas gastrointestinais e desidratação, o médico e coordenador do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da capital baiana, Ivan Paiva, ressaltou a atuação da Vigilância Sanitária e deu algumas dicas importantes para o folião se alimentar nos circuitos do carnaval.

“A Vigilância Sanitária está fazendo um trabalho excelente no monitoramento da origem, prazo de validade de todos os produtos comercializados no circuito, porém é quase impossível fiscalizar em tempo real. Por isso, a primeira preocupação que o folião deve ter é com a origem do alimento, a validade e como são processados e acondicionados. Outro cuidado que deve ser adotado para aproveitar melhor a festa é evitar o excesso de frituras. Tudo em excesso dentro do processo alimentar é ruim”, afirmou.

Ivan também recomendou a ingestão de frutas frescas no café da manhã e alimentos ricos em proteínas e carboidratos durante o almoço para aguentar o pique da folia.

“No primeiro horário da manhã, recomendo o consumo de frutas e salada de frutas, de preferência a mais fresca possível. No almoço, a gente já tem uma carga maior de proteínas e carboidratos. O prato deve ser, de preferência, bem colorido para ter uma diversidade de nutrientes”, disse.

Além das 16 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) espalhadas pela cidade, a Prefeitura disponibilizou 11 módulos de saúde para atender a população nos quatro circuitos: Dodô (Barra/Ondina), Osmar (Campo Grande), Batatinha (Pelourinho) e Mestre Bimba (Nordeste de Amaralina).

Cuidado com os alimentos – Luciene Silva, da tradicional barraca de cachorro-quente Point Pink do Hot-dog, relatou que a equipe tem redobrado os cuidados para manter a alimentação adequada durante a festa. Além do uso recorrente de álcool gel, touca e luvas para a manipulação do alimento, ela informou que os produtos são preparados somente no dia da venda e armazenados em caixas térmicas.

“Todo dia fazemos o molho. Sempre estamos repondo e colocando na caixa de isopor com gelo para conservar a temperatura ideal. Também procuramos usar touca, luva e álcool para limpar o material utilizado e as mãos. A gente sabe que é necessário prezar pela higiene”, sinalizou.

Monitoramento – O uso de ações de inteligência também foi destacado pelo coordenador do Samu. Segundo Ivan Paiva, as equipes de assistência e da Vigilância Sanitária trabalham em conjunto no monitoramento dos produtos vendidos nos circuitos.

“Sempre que o folião chega em um dos nossos módulos com problema gastrointestinal, buscamos entender o que ele consumiu e onde se alimentou. Caso a gente perceba algum padrão, acionamos de imediato a Vigilância Sanitária para que possa identificar e apreender o alimento, com intuito de evitar que outras pessoas consumam algo estragado”, disse Ivan Paiva.

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