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LITERATURA: Uma visão conjunta do que foi o cotidiano oitocentista do Rio de Janeiro



O Rio de Janeiro representou uma verdadeira síntese do país e a porta de entrada para viajantes estrangeiros que aqui aportavam.

A obra Rio de Janeiro século XIX (Ibris Libris, 144 pp, R$ 50), de Pedro Fonseca, é fruto de estudos que resultaram em textos publicados na imprensa e, agora, estão reunidos em um único volume. O objetivo é dar uma visão de conjunto do que foi o cotidiano oitocentista da cidade, destacando cantos, recantos, encantos, problemas e mazelas. 

Como então capital do Brasil, o Rio de Janeiro representava uma verdadeira síntese do país e a porta de entrada para viajantes estrangeiros que aqui aportavam. Os forasteiros tinham um olhar diferente dos habitantes locais. Por isto, destacavam elementos que escapavam a estes por considerá-los banais. Uma visão de estranhamento nos mostra, muitas vezes, características não valorizadas, por considerá-las naturais no nosso cotidiano.

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