José Godoy conduz o leitor pela ilha que foi palco de dois dos episódios mais sombrios da América Latina.
No extremo sul da América do Sul, onde o vento gélido do estreito de Magalhães corta a paisagem e o acesso a civis é restrito, repousa a ilha Dawson. Hoje uma base naval administrada pela Marinha chilena, esse território isolado guarda camadas sobrepostas de um passado que o tempo e o Estado insistem em apagar. A ilha do silêncio (Fósforo, 176 pp, R$ 79,90) traz uma jornada que mescla ensaio, relato de viagem e investigação histórica, José Godoy conduz o leitor pela ilha que foi palco de dois dos episódios mais sombrios da América Latina.
FONTE LITERATURA
No extremo sul da América do Sul, onde o vento gélido do estreito de Magalhães corta a paisagem e o acesso a civis é restrito, repousa a ilha Dawson. Hoje uma base naval administrada pela Marinha chilena, esse território isolado guarda camadas sobrepostas de um passado que o tempo e o Estado insistem em apagar. A ilha do silêncio (Fósforo, 176 pp, R$ 79,90) traz uma jornada que mescla ensaio, relato de viagem e investigação histórica, José Godoy conduz o leitor pela ilha que foi palco de dois dos episódios mais sombrios da América Latina.
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