Prefeitura de Salvador lança 2º episódio do podcast ‘Quem Fez o 2 de Julho’, com histórias de Maria Felipa e Joana Angélica
Maria Felipa - mulher, negra, escrava liberta - usou da sabedoria ancestral para resistir às tentativas dos portugueses de dominar a Ilha de Itaparica, onde ela morava. Numa ação das mais conhecidas, aplicou uma surra de cansanção nos inimigos. Joana Angélica - freira, já aos 60 anos - foi morta a sangue frio pelos soldados quando tentava impedir a invasão do Convento da Lapa, do qual era madre superiora. Muito além das suas próprias histórias, Maria Felipa e Joana Angélica representam outras milhares de mulheres que resistiram à violência imposta pelos portugueses há 200 anos na Bahia. Tanto aquelas que lutaram com o que tinham às mãos - desde galhos de cansanção até enxadas - como também pessoas inocentes que acabaram vítimas da tirania. O que os feitos dessas mulheres representam ainda hoje para os baianos? Esse é o ponto de partida para o 2º episódio do podcast Quem Fez o 2 de Julho, produzido pela Prefeitura de Salvador em celebração aos 200 anos da Independência do Brasil na Bahi...