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Autor do Hino da Bahia, capitão do batalhão tupinambá e outros: Prefeitura lança 4º episódio do podcast ‘Quem Fez o 2 de Julho’

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Ladislau dos Santos Titara foi combatente, cronista das batalhas e autor do Hino ao 2 de Julho. Joaquim Eusébio de Santa Ana foi o capitão-mor das tropas de tupinambás da Vila de Abrantes. Antônio de Souza Lima organizou a resistência popular na Ilha de Itaparica. Você conhecia todos esses nomes, tão importantes para a Independência da Bahia? Tem mais: Corneteiro Luís Lopes e Tambor Soledade, os músicos que estão imortalizados nos quadros mais importantes do 2 de Julho; General Labatut, o francês que organizou as tropas baianas, sofreu um golpe dos comandados, foi preso e depois virou ídolo; Lord Cochrane, o escocês mercenário que foi determinante na Bahia, tomou um calote de Dom Pedro I e saqueou o Maranhão. São muitos os personagens mais ‘discretos’, digamos assim, da nossa liberdade. Se você não conhece nenhum deles, fique ‘de boa’: esse é o ponto de partida para o 4º episódio do podcast Quem Fez o 2 de Julho, produzido pela Prefeitura de Salvador em celebração aos 200 anos da Indep...

Batalhão Quebra-Ferro é tradição popular nos desfiles da Independência do Brasil na Bahia

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  Fotos: FGM/PMS  Depois de três dias na Praça 2 de Julho, no Campo Grande, os carros emblemáticos do Caboclo e da Cabocla retornam nesta quarta-feira (5) ao Pavilhão 2 de Julho, no Largo da Lapinha, a partir das 18h. O evento, denominado “A Volta dos Caboclos”, contará mais uma vez com o trabalho de um grupo de homens que desempenham um papel essencial nos festejos pelo 2 de Julho: os integrantes do Batalhão Quebra-Ferro. Composto na maioria por servidores da Secretaria de Manutenção da Cidade (Seman), esses homens assumem a responsabilidade de conduzir os carros do caboclo e da cabocla durante o desfile, no trajeto Lapinha-Campo Grande-Lapinha.  Para eles, membros do Batalhão Quebra-Ferro, a data do 2 de Julho é muito mais do que apenas um evento a ser coordenado. É uma oportunidade ímpar de se reunir, juntamente com as suas respectivas famílias, em torno de um propósito comum: honrar a história e a identidade baianas, com a responsabilidade de preservar e transmitir às...